terça-feira, 27 de julho de 2010

O 1º filho é de vidro... 
O 2º é de borracha...
 O 3º é de ferro... 


ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS:
1º Irmãos mais velhos têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados.
2º O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário
3º O terceiro não faz idéia das circunstâncias em que chegou à família.
O QUE VESTIR:
1º bebê - Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá positivo.
2º bebê - Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebê - As roupas para grávidas SÃO suas roupas normais.
PREPARAÇÃO PARA O NASCIMENTO:
1º bebê - Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebê - Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez eles não funcionaram.
3º bebê - Você pede para tomar a peridural no 8º mês.
O GUARDA-ROUPAS:
1º bebê - Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta .
2º bebê - Você vê se as roupas estão limpas e só descartas aquelas com manchas escuras.
3º bebê - Meninos podem usar rosa, né???

AS PREOCUPAÇÕES:
1º bebê - Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo.
2º bebê - Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho.
3º bebê - Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço.

A CHUPETA:
1º bebê - Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la.
2º bebê - Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê.
3º bebê - Se a chupeta cair no chão , você limpa na camiseta e dá novamente ao bebê.

A TROCA DE FRALDAS:
1º bebê - Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas.
2º bebê - Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebê - Você tenta trocar a fralda antes que as outras crianças reclamem do mau cheiro.

O BANHO:
1º bebê - A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por termômetro.
2º bebê - A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebê - É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier.

AS ATIVIDADES:
1º bebê - Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês, teatro, contação de história...
2º bebê - Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês.
3º bebê - Você leva seu filho para o supermercado, padaria...

AS SAÍDAS:
1º bebê - A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa para saber se ele está bem.
2° bebê - Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone de onde vai estar.
3º bebê - Você manda a babá ligar só se ver sangue.

EM CASA:
1º bebê - Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê.
2º bebê - Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, beliscando ou batendo no bebê.
3º bebê - Você passa um tempinho se escondendo das crianças.

ENGOLINDO MOEDAS:
1º bebê - Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x.
2º bebê - Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair.
3º bebê - Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele

Autor desconhecido (dica do Dr Valentte)
 
Texto extraido de www.seligafamilia.com.br

sábado, 24 de julho de 2010

O comércio da Fé.



Como cristã que sou respeito a sã doutrina com o uso da inteligência.
Todavia, tenho me indignado com este gospel trash, travestida de avivamento com um marketing igrejeiro cuja raiz podre não é o marketing, tão pouco a igreja e sim o exercício de se vender algo que não é a verdade.
Meio de vida de vendilhões. Predadores do evangelho, impostores.
Tentativa desesperada de um satanás já derrotado na Cruz para esconder as verdadeiras Boas Novas.
Jesus peitou o sistema religioso de Sua época, mesmo sabendo o alto preço que teria que pagar por Seu atrevimento.
Hoje, se quisermos seguir os passos de Cristo, teremos que peitar uma verdadeira indústria religiosa, onde as pessoas são vistas, ora como produtos, ora como clientes, e ora como engrenagens.
Lobos travestidos de cordeiros.
.
Letícia Matos

segunda-feira, 12 de julho de 2010

O tempo está acabando!

Uma das histórias mais impressionantes que eu encontro na Bíblia, é a história de Moisés, o grande libertador do povo de Israel. Cheia de tramas, suspense, não é a toa que já foi retratada em tantas superproduções.

Mas a história começa com um desafio tremendo!

Moisés nasce numa época na qual os meninos judeus nascidos eram assassinados, por decreto de Faraó. Sua mãe, tentando desesperadamente livrá-lo da morte, tenta escondê-lo, mas quando já não consegue mais fazê-lo, decide colocá-lo numa cesta, e soltá-lo no rio, na esperança que alguém o encontrasse, e o salvasse. E adivinhe quem acha o bebê? A filha de Faraó!

E agora eu pergunto: você acha que a filha do rei do Egito iria gastar seu tempo cuidando de uma criança? Claro que não! E então ela terceiriza o serviço, e deixa o seu “novo filho” nas mãos de ninguém menos do que a própria mãe.

E aí que vem o desafio: a mãe deveria educá-lo, e quando estivesse “grande”, o entregaria para a princesa.

O que fazer neste momento? Como agir nestes anos que estaria em contato com seu próprio filho, a fim de educá-lo dentro da vontade de Deus?

A mãe de Moisés provavelmente fez algumas decisões:

- trabalharia menos para passar a maior parte do tempo com seu filho;
- deixaria o hábito de assistir novelas ou jogos de futebol;
- faria menos visitas aos Shoppings do Egito;
- colocaria o filho em posição de prioridade na vida;
- seria o melhor modelo de uma pessoa equilibrada e temente ao Senhor.

Isso tudo valeria a pena, já que em poucos anos não teria mais a presença do seu filho em casa, e teria que aproveitar ao máximo o tempo disponível.

Que desafio, não?

Queridos pais, vocês devem estar pensando: “Ainda bem que vou ter meu filho para sempre...” - mas isso não é verdade. A atenção que seu filho dá a você diminui a cada dia, à medida que outras atrações começam a surgir em sua vida e ocupar a mente dele. O tempo que você tem para educá-lo dentro dos caminhos o Senhor é bastante curto e está diminuindo a cada dia.

Como você tem encarado este desafio? Acho que já está na hora de começar, e ser os melhores pais do mundo para o seu filho.

Em tempo, “a mulher sem juizo destrói seu lar com as próprias mãos”, mas “a mulher sábia o constrói” (Pv. 14.1).

Como é que está essa obra?


Ricardo Lebedenco - www.seligafamilia.com.br




 

sexta-feira, 9 de julho de 2010

O DESENHO DA MENINA

Os sonhos são desenhos que a imaginação faz. A imaginação é a maneira como a a gente tenta voltar para o paraíso que ficou perdido em algum lugar do passado. O paraíso é aquele lugar onde só existem coisas boas e gente feliz. O paraíso é o mundo perfeito.

Quando a gente começa a pensar no paraíso, a imaginação vai tão longe que começa a fazer rabiscos numa folha. Vai fazendo rabiscos, rabiscos e mais rabiscos, até que eles viram um desenho bem bonito. O nome desse desenho é sonho.

Para fazer um desenho chamado sonho a gente precisa de duas coisas. Ou melhor, tem que ter uma e não pode ter outra. A coisa que a gente tem que ter é imaginação, pois é a imaginação quem faz o desenho. As pessoas que não conseguem enxergar além das coisas que existem não conseguem fazer desenhos que se chamam sonhos: elas não tem imaginação. Mas não basta a gente ter imaginação. Além disso, a gente não pode ter vergonha, porque quando a imaginação começa a fazer o seu desenho chamado sonho os primeiros traços são só rabiscos.

Acho que é por isso que as crianças sonham mais. Elas não estão presas pelas coisas que já existem. Aliás, elas não sabem os limites do que existe, para elas as coisas existem sem fim, um montão de coisas, até lá longe. Ainda não disseram para elas que o mundo acaba. Para elas o mundo não acaba, pois elas têm a saudade do paraíso bem fresquinha na cabeça delas. Faz pouco tempo que elas acordaram do sono da barriga da mãe, e ainda conseguem se lembrar do paraíso. É por isso que a imaginação delas é desse tamanhão. Aos poucos, quando vão crescendo, os adultos vão dizendo para elas que isso pode e isso não pode, que isso é perigoso e aquilo é do mal, e então o mundo vai ficando cada vez menor e o paraíso cada vez mais longe. Aí a imaginação vai morrendo.

O mundo delas vai ficando do tamanho das coisas possíveis, bem pequenino, até que a imaginação já não faz mais desenhos que se chamam sonhos.

Ah, tem outra coisa. As crianças não têm vergonha dos seus rabiscos. São os adultos que têm. Os adultos ficam preocupados com o que os outros adultos vão pensar, e ficam comparando os rabiscos deles com os rabiscos de outros adultos, e aí, ou deixam de fazer rabiscos ou guardam os seus rabiscos bem guardadinhos.

Aos poucos, a imaginação vai perdendo a vontade de fazer os desenhos. A imaginação começa a acreditar que os desenhos são feios, ou então começa a achar que os desenhos vão ficar escondidos em uma gaveta e que nem adianta fazer desenhos, já que rabiscos coloridos que ficam brincando com elas na folha de papel, que nem uma bailarina que dança pra lá e pra cá. Acho que elas pensam que a bailarina que dança na folha de papel é de verdade. As crianças acreditam que seus rabiscos que são desenhos que se chamam sonhos são bonitos e são de verdade, acreditam neles e acham que um dia a vida vai ficar igual a eles. Até que chega um adulto e estraga tudo: guarda todos aqueles desenhos que se chamam sonhos, diz que eles não tem importância e que são coisas de crianças.

Acho que foi por isso que Jesus disse que o reino dos céus é das crianças. As crianças lembram tão bem do paraíso, que a imaginação delas faz um monte de desenhos que se chamam sonhos, e a vida delas parece mesmo o céu.

Agora é a sua vez de reagir.
Ed René Kivitz

Extraido de www.seligafamilia.com.br

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Falta olho no olho

Em vez de curtir a festa dos filhos, os pais preferem ficar registrando tudo para depois ver o filme

O relacionamento interpessoal anda difícil, e há muitas razões para isso.

Temos a obrigatoriedade de encontrar a felicidade, pensamos sempre em nós mesmos em primeiro lugar, consumimos e descartamos tudo com facilidade, competimos com quase todos.

Mas é principalmente o fato de vivermos em uma sociedade que aprecia o espetáculo que tem dificultado sobremaneira o relacionamento entre pais e filhos. Você esteve recentemente em alguma festa junina de escola, onde os alunos apresentaram danças? Participou de uma festa de aniversário de criança ou teve a oportunidade de ver pais e filhos em passeios?

Caso sim, certamente deve ter notado que, em geral, entre os olhos dos pais e os dos filhos há um obstáculo: uma câmera. Ela pode ser fotográfica, embutida no celular, de vídeo etc.. Mas está sempre presente.

Às vezes, não é uma câmera que se interpõe entre o encontro de olhares de pais e filhos, e sim um vídeo que não permite que a criança olhe para outra coisa.

Agora, virou moda entreter as crianças com aparelhos portáteis de DVD em todos os lugares.

Muitas famílias já têm esse aparelho até no carro. "Foi a melhor coisa que eu fiz, porque assim as crianças não brigam nem me atrapalham" me disse a mãe de duas crianças.

Outras não viajam sem ele na bolsa, para que esteja sempre pronto para ser sacado em momentos delicados.

Recentemente, em uma viagem aérea, sentei ao lado de um casal com um filho de menos de dois anos. Assim que se acomodaram, a criança começou a berrar e a se contorcer. De imediato, os pais abriram a mochila e de lá retiraram o tal aparelho com um DVD de animação.

Milagre! A criança se acalmou e assim ficou até terminarem o filme e a viagem. Nenhuma troca de palavras ou de olhar entre eles. Nas festas dos filhos, em vez de os pais curtirem a celebração, preferem ficar "registrando" tudo para que depois, em casa, possam assistir ao filme, de preferência com convidados.

Claro que o registro mostra parte da história da família e ajuda a reconstruir a memória pessoal e do grupo, o que é importante na vida.

O problema tem sido a substituição do relacionamento pelo registro porque, dessa maneira, abolimos a memória afetiva.

Vamos reconhecer que, para muitos pais, essa troca é extremamente confortável. É mais fácil acalmar a criança com um filme, é mais tranquilo não ter de enfrentar brigas dos filhos no carro e menos desgastante filmar a festa de aniversário do filho do que participar da mesma.

Só que, dessa maneira, as crianças deixam de aprender coisas importantes e seus pais deixam de exercer seu papel quando ele é mais necessário. Ensinar a criança a conviver é a função mais importantes da família e é isso o que significa socializar.

Saber se conter, se controlar e esperar, desenvolver estratégias frente às decepções e aos sofrimentos, aprender a se cuidar para estar com os outros e a se comportar em diferentes contextos: tudo isso e muito mais é um árduo e longo aprendizado, que deve começar assim que a criança nasce. E a base de todo o ensinamento é o vínculo entre pais e filhos.

É claro que a televisão, o computador, o aparelho de DVD, a câmera, o videogame e tudo o mais têm o seu papel na vida da criança.

Mas a relação entre pais e filhos, o olho no olho, os conflitos entre eles e o convívio entre eles são insubstituíveis.

*Rosely Sayão

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Muitos pais não tem esta paciência...

Famílias gastam mais do que ganham

40 milhões delas, 68,4% do total, chegam ao fim do mês sem fechar as contas; em 2003, era pior -85,3%

Deficit no orçamento acontece entre famílias com renda até R$ 2.490; 9,2% reclamam de dieta insuficiente no estudo

Quase 40 milhões de famílias brasileiras -68,4% do total- chegam ao final do mês sem fechar suas contas. Suas despesas mensais superam seus rendimentos, segundo a POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) 2008-2009.

Mas tal realidade estava presente em um universo ainda maior de famílias em 2002-2003: 85,3% do total.
Quando questionadas sobre sua percepção com relação ao orçamento familiar, 75,2% relataram ter dificuldade para chegar ao fim do mês com o seu orçamento.

O deficit no orçamento, segundo o IBGE, ocorre nas famílias com rendimento até R$ 2.490. Nas faixas de renda acima desse valor, há sobra no orçamento, destinada ao aumento da poupança e ao investimento em imóveis, por exemplo.

"Essas famílias certamente têm de recorrer ao endividamento para consumir e fazer frente a outras despesas. É uma tendência mundial nos domicílios de menor renda", afirma Sônia Rocha, economista do Iets (Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade).

EQUILÍBRIO

Para Marcia Quintslr, coordenadora do IBGE, os dados da POF mostram que "mais famílias estavam numa situação de equilíbrio orçamentário" em 2009 do que na pesquisa anterior, encerrada em 2003.

É que nesse intervalo, diz, cresceu o emprego e o rendimento, o que permitiu a um número maior de famílias equilibrar as suas contas.

Os dados da POF mostram que as despesas totais das famílias (com consumo, impostos, encargos e outras) cresceram menos no intervalo entre 2002-2003 e 2008-2009 (5,98%) do que o rendimento (11%) total oriundo do trabalho, de aposentadorias e outras fontes. Isso possibilitou folga de caixa para mais famílias.

Segundo o economista Marcelo Neri, da FGV, o rendimento total cresceu mais ainda se for levado em conta que o tamanho médio das famílias brasileiras caiu nesse intervalo de tempo: de 3,6 para 3,3 pessoas.

Desse modo, a renda familiar per capita, calcula, subiu 22% em termos reais e possibilitou a melhora na situação financeira de alguns domicílios.

INSUFICIENTE

Ao responder sobre sua percepção da quantidade de alimentos consumida, 35,5% das famílias avaliam que ela era, em algum nível, insuficiente.

Para 9,2% das famílias brasileiras, a quantidade de alimentos consumida era "normalmente insuficiente" em 2008-2009.


Folha de S. Paulo

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